"Muito pouco do repertório cabo-verdiano está escrito, porque vive, como acontece na música tradicional portuguesa, da tradição oral", afirmou a presidente da OCC, Emília Martins.
Este é, pois, mais um ganho de Cabo Verde, depois da apresentação da Orquestra Nacional de Cabo Verde, ONCV, na semana passada.
O projecto, segundo Emília Martins, irá permitir que após a recolha e a transcrição, as músicas sejam interpretadas e orquestradas por qualquer um, fazendo com que as composições cabo-verdianas agreguem valor "porque permite diferentes interpretações", o que torna esta iniciativa como uma das formas de internacionalização das composições cabo-verdianas.
A constituição da ONCV contou com a colaboração da OCC e da orquestra do Luxemburgo, sendo ambas regidas pelo mesmo maestro, o inglês David Lloyd.
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